Profissionais que viajaram na adolescência ganham salários maiores, aponta estudo

Você pode não notar, mas o tempo que passou conhecendo novos lugares durante suas férias pode ser essencial para o seu sucesso. Um estudo realizado pela empresa de pesquisa de mercado Wagner Group mostrou que pessoas que viajam mais tendem a ser mais bem-sucedidas no trabalho e nos estudos.

A análise relaciona o impacto de viagens no desempenho acadêmico e crescimento profissional. Segundo os resultados, os viajantes aprofundam sua compreensão do mundo e ampliam as possibilidades de carreira — nove entre dez pessoas que dizem que suas experiências de viagens as ajudaram nesse sentido.

 Turma Férias Teen BIL Intercâmbios

O Wagner Group ouviu 400 adultos norte-americanos que relataram ter viajado para estudar durante a adolescência. A empresa considerou “viagem de estudo” qualquer passeio de longa distância que envolvesse conhecer a história e a cultura da região visitada.

Entre os viajantes, 80% acreditam que as viagens despertaram maior interesse no que aprendiam na escola. Mais da metade conseguia notas melhores. E não é só isso: pessoas que viajaram na adolescência possuem um salário anual 12% maior do que aqueles que ficavam em casa.

Independentemente da classe socioeconômica, os efeitos do turismo estão relacionados à carreira. Viagens influenciaram as escolhas de profissçao de mais de metade (52%) dos entrevistados.

 Estágio Teen Medicina: Luisa, que participou do programa de Estágio no Exterior da BIL Intercâmbios.

Um número maior de viagens também está diretamente ligado à presença de ensino superior no currículo, independentemente de sexo, etnia ou outros fatores demográficos — alunos que fizeram viagens educacionais tinham mais chance de concluir o ensino médio, cursar uma faculdade e fazer pós-graduação.

A maioria dos adultos (57%) que fizeram viagens quando mais jovens chegou à universidade. E a cada passeio, o efeito positivo ficava mais forte. Quase todos (95%) os adultos que viajavam cinco ou mais vezes eram mais propensos a se formar no ensino médio, e quase dois terços (63%) do grupo terminou a faculdade.

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Fonte: Época Negócios (Globo) – link

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