Um relato sincero de como o intercâmbio transformou nossos dois filhos — e a nós, como pais.
A pandemia trouxe inúmeros desafios, mas também nos fez refletir profundamente sobre o que realmente importa — e sobre como queríamos preparar nossos filhos para o mundo. Foi nesse período que percebemos que, mais do que proteger, precisávamos criar nossos filhos para serem independentes, autônomos e confiantes.
Nossa filha, desde muito pequena, falava sobre o sonho de fazer um intercâmbio nos Estados Unidos. Durante a pandemia, perguntei a ela:
“Você quer mesmo ir?”
Com apenas 14 anos, ela respondeu com uma firmeza que não deixou dúvidas: sim.
Comecei então a buscar informações sobre o programa de High School nos Estados Unidos e nos indicaram a BIL Intercâmbios. Mesmo com todos os medos naturais de pais — Será que ela ficará segura? E se a adaptação for difícil? Como será a família anfitriã? — decidimos seguir em frente.
A experiência da nossa filha
Não escolhemos o Estado. Deixamos que o destino nos surpreendesse — e surpreendeu.
Ela foi acolhida por um casal jovem e dedicado, na cidade de Cody, Wyoming.
A primeira reação foi de estranhamento:
“Como será viver em uma cidade tão pequena? E em um sítio afastado da cidade?”
Mas hoje podemos dizer: foi o melhor cenário possível.
A escola era simplesmente maravilhosa — estrutura que, sinceramente, raramente vemos nem em escolas particulares do nosso país. Ela fez amigos, viveu experiências únicas e amadureceu de uma forma linda e natural.
Quando chegou a vez do nosso menino…
Mais tarde, chegou o momento de fazer a mesma pergunta ao nosso filho:
“Você quer fazer intercâmbio?”
A resposta foi curta e direta: “Não.”
Respeitamos (ou quase 🤭), mas lembramos a ele o quanto a experiência tinha sido transformadora para a irmã.
Marcamos uma reunião com a equipe da BIL — e foi ali que tudo mudou.
Quando a Ana, da BIL, perguntou quanto tempo ele gostaria de ficar, ele respondeu sem hesitar:
“Um ano.”
Rimos juntos. Ele dizia não querer ir… mas escolheu ficar um ano!
No aeroporto, ainda tentou nos convencer a desistir:
“Vocês vão sair presos daqui, porque eu não quero ir!”
Sabíamos que era o medo do desconhecido falando — medo da língua, da distância, do novo.
Uma nova vida, um novo mundo
E bastaram dois dias para tudo mudar.
Ele foi para uma pequena comunidade na Virginia, no condado de Rappahannock, na cidade de Huntly, com cerca de apenas 250 habitantes. Estudou em uma escola particular rural, pequena, mas de ensino muito forte, fundada por ingleses.
Usava uniforme social — até gravata em dias especiais!
Morou em uma casa da própria escola, com sete intercambiários de outras nacionalidades e uma professora.
Com poucas horas de convivência, ele já nos mandava mensagens feliz, adaptado — mesmo sem dominar completamente o idioma. Aprendeu rápido, fez amigos e viveu uma experiência que transformou sua forma de ver o mundo.
O reencontro mais emocionante das nossas vidas
Tivemos a oportunidade de viajar para buscá-los.
Sentimos de perto a emoção do reencontro, conhecemos as famílias, professores, amigos e as escolas.
Fomos recebidos com carinho genuíno.
A família da nossa filha nos acolheu como parte deles.
Na escola de nosso filho, sentimos o mesmo — um ambiente de amor, respeito e educação verdadeira.
Até participamos da formatura dele — um momento que jamais esqueceremos.
O impacto depois do intercâmbio
Hoje, nossa filha está independente, morando sozinha em São Paulo e cursando Arquitetura. Já planeja um novo intercâmbio — agora universitário — para a Europa.
Nosso filho está concluindo o segundo ano do ensino médio. Continua em contato com os amigos dos Estados Unidos, se veste como um verdadeiro inglês e diz que o intercâmbio foi “a melhor coisa da vida dele”.
Tivemos, inclusive, o prazer de receber a host family de nossa filha em nossa casa.
A troca cultural se tornou vínculo para a vida toda.
O que aprendemos como pais
Aprendemos que, às vezes, é preciso deixar nossos medos de lado para permitir que nossos filhos vivam experiências que os farão crescer.
Os nossos medos foram acolhidos e acalmados, sempre, pela Bia, da BIL, que nos acompanhou com carinho e atenção em cada etapa.
Hoje, recomendamos de coração a BIL Intercâmbios.
Se tivéssemos um terceiro filho, sem dúvida, ele também faria intercâmbio — e novamente com a BIL. <br>
Artur Pires e Katia Christina Pires



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