Quase todo mundo conhece alguém que já disse uma dessas frases:
“Meu sonho é fazer um intercâmbio.”
“Um dia eu ainda vou estudar no exterior.”
“Quem sabe no ano que vem…”
O problema é que, para muitas pessoas, esse sonho fica parado durante anos.
Não porque elas não queiram.
Mas porque acreditam que ainda não é o momento certo.
Esperam terminar a faculdade, conseguir um emprego melhor, juntar mais dinheiro, falar inglês primeiro e esperam sobrar tempo.
E, enquanto esperam, o sonho continua exatamente no mesmo lugar.
A verdade é que quase nenhum intercambista começou sua jornada tendo tudo resolvido.
O que eles fizeram foi dar o primeiro passo.
O primeiro passo não é comprar a passagem
Muita gente acredita que organizar um intercâmbio começa escolhendo um país.
Na realidade, começa respondendo uma pergunta muito mais importante.
Por que você quer fazer um intercâmbio?
Quer aprender um idioma?
Deseja melhorar o currículo?
Ou fazer amigos internacionais?
Gostaria de viver outra cultura?
Tem o sonho de fazer um High School?
Quer estudar durante as férias?
Quer crescer profissionalmente?
Quando essa resposta fica clara, todo o restante começa a fazer sentido.
O segundo passo é conversar com quem entende do assunto
Hoje existem milhares de informações na internet.
Vídeos.
Blogs.
Redes sociais.
Relatos.
Tudo isso ajuda.
Mas nenhuma dessas fontes conhece você.
É justamente por isso que uma consultoria especializada faz tanta diferença.
Ela evita que você escolha um programa baseado apenas em preço ou na experiência de outra pessoa.
Cada estudante tem um perfil.
E cada perfil merece um intercâmbio diferente.
O terceiro passo é entender quanto custa
Esse costuma ser o momento em que muita gente desiste.
Sem necessidade.
Porque existe um mito muito grande sobre intercâmbio.
Muitas pessoas acreditam que estudar no exterior custa muito mais do que realmente custa.
Hoje existem programas para diferentes orçamentos.
Há cursos de duas semanas.
Programas de um mês.
Semestres.
Ano letivo.
Cursos de idiomas.
High School.
Viagens em grupo.
Programas para famílias.
O mais importante é encontrar aquele que faz sentido para o seu objetivo e para o seu planejamento financeiro.
O quarto passo é organizar a documentação
Depois da escolha do programa, começa uma etapa muito importante.
Passaporte.
Visto (quando necessário).
Seguro viagem.
Formulários.
Passagem aérea.
Documentos da escola.
Cada país possui exigências diferentes.
Por isso, contar com orientação especializada reduz bastante a chance de erros.
O quinto passo é se preparar para viver a experiência
O intercâmbio começa muito antes do embarque.
Na BIL, por exemplo, acreditamos que preparação faz parte da viagem.
Por isso realizamos encontros de orientação, materiais exclusivos e conteúdos que ajudam estudantes e famílias a entender exatamente o que vão viver.
Quanto mais preparado você embarca, mais tranquilo será o início da experiência.
Os 10 maiores mitos sobre intercâmbio
Ao longo dos anos, percebemos que muitas pessoas deixam de realizar esse sonho por acreditarem em informações que não são verdade.
1. “Intercâmbio é só para aprender inglês.”
Não.
Existem programas acadêmicos, profissionais, culturais, esportivos, de férias, voluntariado e muito mais.
2. “Estou muito novo.”
Hoje existem programas específicos para adolescentes, com acompanhamento, estrutura universitária e suporte durante toda a experiência.
3. “Estou muito velho.”
Também não.
Existem programas para universitários, profissionais, executivos, famílias e pessoas acima dos 50 anos.
Nunca houve tantas opções.
4. “Intercâmbio é muito caro.”
Depende do programa.
Muitas vezes, estudar no exterior custa menos do que uma viagem de turismo da mesma duração.
Além disso, existem formas de parcelamento e planejamento financeiro.
5. “Intercâmbio não é férias.”
Pode ser também.
Programas como os Férias Teen unem aulas de idioma, atividades culturais e passeios em uma única experiência.
6. “Intercâmbio é só curso de inglês.”
Não.
Você pode estudar francês, espanhol, alemão, italiano e diversos outros idiomas, além de cursos profissionalizantes, liderança, negócios, preparação universitária e muito mais.
7. “Todo intercâmbio é em casa de família.”
Também não.
Hoje existem residências estudantis, campus universitários, apartamentos compartilhados e até hotéis em alguns programas.
8. “Todo intercâmbio precisa de visto.”
Não.
Existem destinos e modalidades que não exigem visto tradicional para brasileiros.
Tudo depende do país e da duração do programa.
9. “Todo intercâmbio precisa de visto de estudante.”
Não necessariamente.
Alguns cursos de curta duração permitem outras formas de entrada, dependendo da legislação de cada país.
10. “Só vale a pena se eu ficar um ano.”
Essa talvez seja uma das maiores mentiras.
Mesmo duas semanas podem representar um enorme crescimento pessoal e proporcionar uma verdadeira imersão cultural.
O maior erro de quem sonha em fazer intercâmbio
Curiosamente, o maior erro não é escolher o destino errado.
É não começar.
Todos os anos encontramos pessoas que dizem:
“Eu queria ter feito quando era mais novo.”
“Agora ficou mais difícil.”
“Se eu tivesse começado antes…”
Por isso, nosso conselho é simples.
Comece.
Mesmo que ainda não saiba exatamente para onde vai.
Experiência BIL
Ao longo de mais de 40 anos, acompanhamos milhares de histórias.
Nenhuma delas começou dentro de um avião.
Todas começaram com uma conversa.
Uma dúvida.
Uma pesquisa.
Uma visita à agência.
Um formulário preenchido.
Uma consultoria.
É por isso que acreditamos que o primeiro passo é sempre o mais importante.
Dica da BIL
Você não precisa decidir tudo hoje.
Mas pode começar hoje.
Pesquise.
Converse.
Tire dúvidas.
Entenda as possibilidades.
Quanto antes você começar, mais opções terá.
Você sabia?
Muitos estudantes fecham seus programas com até um ano de antecedência. Isso permite garantir melhores condições comerciais, maior disponibilidade de escolas e acomodações e um planejamento financeiro muito mais confortável.
Erro comum
Esperar “o momento perfeito”.
Na prática, ele quase nunca existe.
O que existe é planejamento.
E planejamento transforma sonhos em projetos.
Perguntas frequentes
Qual é o primeiro passo para fazer um intercâmbio?
Definir seu objetivo e conversar com uma agência especializada para entender quais programas fazem sentido para o seu perfil.
Preciso falar inglês antes de viajar?
Não. Existem programas para todos os níveis, inclusive iniciantes.
Quanto tempo antes devo começar?
O ideal é iniciar o planejamento cerca de um ano antes, principalmente para High School e programas em grupo.
Vale a pena fazer um intercâmbio curto?
Sim. Mesmo programas de duas ou três semanas oferecem desenvolvimento pessoal, prática do idioma e uma experiência internacional muito rica.
O sonho começa quando você decide agir
Fazer um intercâmbio não significa apenas viajar.
Significa investir em conhecimento, autonomia, novas amizades e oportunidades que podem acompanhar você por toda a vida.
O destino escolhido é importante.
A escola também.
Mas nada disso acontece enquanto o sonho permanece apenas no papel.
O primeiro passo é transformar esse sonho em um plano.
Na BIL Intercâmbios, fazemos exatamente isso há mais de 40 anos: ajudamos estudantes, profissionais e famílias a encontrarem o programa que faz sentido para seus objetivos e acompanhamos cada etapa até o embarque.
Porque acreditamos que o intercâmbio não começa no aeroporto.
Ele começa no dia em que você decide que está pronto para viver essa experiência.
Seu sonho de fazer um intercâmbio pode começar hoje.
Agende uma consultoria gratuita com um especialista da BIL Intercâmbios. Vamos entender seu momento, seus objetivos e construir, juntos, o projeto internacional que combina com você.
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