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A verdade sobre levar amigos no intercâmbio

Tempo de Leitura: 4 minutos

Levar um amigo brasileiro parece uma boa ideia. Mas e se essa escolha estiver te impedindo de viver um intercâmbio de verdade?

A decisão de ir acompanhado pode parecer segura — mas será que é a mais inteligente?

Ao longo dos anos, é comum ouvirmos histórias como:
“Fui para a Califórnia com meu melhor amigo e foi incrível” ou “Fizemos intercâmbio juntos na Austrália e adoramos a experiência”

Esses relatos soam positivos — afinal, quem não gostaria de viver uma aventura internacional ao lado de alguém conhecido? Mas é preciso olhar com mais profundidade. Será que isso foi realmente um intercâmbio? Ou será que foi apenas uma viagem internacional a dois?

Intercâmbio de verdade é feito para tirar você da zona de conforto, provocar amadurecimento e criar conexões com o novo. E é exatamente por isso que embarcar com um amigo brasileiro, namorado ou namorada pode, na prática, sabotar o seu crescimento.

Quando tudo é feito em português, nada muda de verdade

O objetivo principal de um intercâmbio é a imersão: viver o idioma, absorver a cultura local, desenvolver autonomia e se comunicar com pessoas de diferentes nacionalidades. Quando você está constantemente ao lado de alguém do Brasil, esses objetivos ficam comprometidos.

Mesmo que não seja intencional, a tendência é que o português se torne o idioma predominante nas conversas diárias. Isso ocorre:

  • No avião, durante o embarque
  • Dentro da acomodação, se dividirem a mesma casa
  • Na escola, se estiverem na mesma turma
  • Durante os passeios, refeições e trajetos

A consequência é clara: você deixa de praticar o idioma estrangeiro, evita situações que exigiriam mais esforço de comunicação e permanece em uma bolha familiar — exatamente o oposto do que o intercâmbio se propõe a oferecer.

Intercâmbio exige independência — e isso inclui emocionalmente

Naturalmente, a ideia de embarcar sozinho para outro país assusta. Por isso, muitas pessoas veem na companhia de alguém próximo uma forma de aliviar a ansiedade. No entanto, essa “muleta emocional” pode acabar limitando o amadurecimento do estudante.

Fazer um intercâmbio significa:

  • Tomar decisões por conta própria
  • Resolver imprevistos com autonomia
  • Fazer amizades internacionais do zero
  • Lidar com frustrações e conquistas de forma independente
  • Aprender a confiar em si mesmo em um ambiente completamente novo

Levar um amigo pode fazer com que você divida essas responsabilidades. E, ao dividir, você corre o risco de não vivenciar intensamente o processo de adaptação — justamente onde está o maior potencial de crescimento.

Mas por que tanta gente diz que foi ótimo?

É verdade que muitas pessoas relatam experiências positivas ao viajar com amigos. E, em muitos casos, essas histórias são sinceras. O problema está na definição do que é “ótimo”.

Viajar com alguém querido, explorar novos lugares e compartilhar momentos inesquecíveis é, de fato, especial. No entanto, isso não significa que a experiência tenha sido um intercâmbio completo. Pode ter sido uma excelente viagem internacional, mas com pouco impacto real no desenvolvimento linguístico e pessoal.

Portanto, é preciso distinguir: o que você busca é uma viagem divertida ou um processo de transformação profunda por meio da educação internacional?

Ainda vale a pena ir na mesma época que outra pessoa?

Sim. O fato de não recomendar o embarque com um amigo para os mesmos horários, escola e acomodação não significa que não se possa viajar no mesmo período. Pelo contrário: em alguns casos, pode ser interessante ter alguém próximo na mesma cidade — desde que cada um tenha sua própria rotina, casa e escola.

Dessa forma, vocês podem compartilhar experiências sem depender um do outro, mantendo o foco individual no intercâmbio. É o equilíbrio ideal entre apoio e independência.

O que a BIL recomenda e como te orienta nesse processo

Na BIL Intercâmbios, entendemos que cada estudante tem necessidades e perfis diferentes. Justamente por isso, oferecemos um acompanhamento personalizado, analisando cada caso individualmente e indicando os caminhos mais saudáveis para que a experiência seja realmente transformadora.

Nosso papel vai além de organizar o embarque. Ajudamos a planejar uma vivência que promova autonomia, domínio do idioma, contato com outras culturas e crescimento pessoal real.

Inclusive, evitamos indicar programas em que dois brasileiros convivam intensamente durante o intercâmbio, justamente para preservar o propósito da experiência internacional.

Assista ao vídeo exclusivo da BIL: por que ir com um amigo pode não ser uma boa ideia

Gravamos um vídeo especial com o Thiago Tanus abordando exatamente esse tema. Nele, você vai entender por que intercâmbio não é para dois — é para você.

A gravação traz reflexões importantes, depoimentos reais e orientações práticas para quem está pensando em embarcar com alguém conhecido. É um conteúdo essencial para evitar arrependimentos e tomar decisões mais conscientes.

Conclusão: intercâmbio é para quem está disposto a mudar — e isso exige coragem

Embarcar sozinho exige coragem. Enfrentar o desconhecido sem uma zona de conforto exige maturidade. Mas é justamente aí que está o verdadeiro valor de um intercâmbio.

Viajar com um amigo pode parecer mais fácil. Mas viajar sozinho transforma você em alguém mais forte, mais preparado e muito mais consciente do mundo ao seu redor.

Se você busca uma experiência que realmente faça a diferença na sua vida, escolha viver o intercâmbio em sua essência. E conte com a BIL Intercâmbios para te guiar em cada passo dessa jornada.

Veja também: O Que É um Programa de Intercâmbio de High School?

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