dinheiro

Quanto dinheiro levar no intercâmbio?

Tempo de Leitura: 4 minutos

Quanto levar de dinheiro no intercâmbio é uma das perguntas que mais aparecem no planejamento de um intercâmbio e também uma das que mais geram ansiedade nos pais.

“Quanto meu filho realmente vai gastar?”
“Precisa levar muito dinheiro?”
“Como funciona no dia a dia?”
“E se faltar?”

A verdade é que não existe um único valor exato.

Quanto dinheiro que o estudante precisa levar depende muito do perfil do intercâmbio, do destino, da duração da viagem e principalmente do estilo de vida do intercambista.

Mas existe algo importante que tranquiliza muitas famílias: a estrutura principal do intercâmbio já está incluída no preço.

Ou seja, o valor levado pelo estudante normalmente será usado para gastos pessoais, passeios extras, compras e experiências do dia a dia.

E quando existe planejamento, o controle financeiro da viagem fica muito mais leve do que muita gente imagina.


Primeiro: o que já está incluso no intercâmbio?

Antes de pensar na quantia de dinheiro extra, é importante entender que os intercâmbios já incluem os principais custos da experiência.

Dependendo do intercâmbio selecionado, estão inclusos a maioria dos itens:

  • curso;
  • acomodação;
  • alimentação;
  • seguro saúde;
  • suporte local;
  • atividades;
  • transfers;
  • passeios em grupo.

Isso faz muita diferença.

Porque o estudante não chega no exterior “começando do zero”. 99% da estrutura da viagem já está organizada antes mesmo do embarque.

Nos programas de High School, por exemplo, a família hospedeira já oferece alimentação e acomodação.

Nos Férias Teen, os passeios e refeições também já fazem parte do pacote.

Ou seja: o dinheiro levado acaba sendo muito mais para autonomia, lazer e experiências pessoais.


O maior gasto do estudante normalmente é com experiências

Portanto, é imprescindível avisar os possíveis gastos.

Quando o estudante está vivendo um intercâmbio, ele naturalmente vai querer aproveitar:

  • restaurantes;
  • cafeterias;
  • compras;
  • passeios extras;
  • lembrancinhas;
  • viagens opcionais;
  • atividades com amigos.

Principalmente em destinos como:

  • Londres;
  • Toronto;
  • Nova York;
  • Los Angeles.

O estudante quer viver a cidade.

E essa parte emocional também faz parte da experiência.

Muitos jovens sonham há anos com esse momento. Querem conhecer lugares famosos, experimentar comidas diferentes, comprar algo especial ou simplesmente aproveitar a independência pela primeira vez.

Por isso, o ideal não é pensar apenas em “quanto gastar”, mas em quanto faz sentido para que o estudante consiga viver a experiência com tranquilidade.


O perfil do estudante muda o orçamento

Existe uma diferença enorme entre dois intercambistas.

Tem estudante que:

  • não liga para compras;
  • prefere a alimentação já inclusa;
  • economiza naturalmente.

Por outro lado, existe o estudante que:

  • quer passear o tempo inteiro;
  • ama shopping;
  • gosta de experimentar restaurantes;
  • participa de todas as atividades possíveis.

Nenhum perfil está errado.

Entretanto, isso irá impactar direto no dinheiro necessário para a viagem.

Além disso, alguns destinos naturalmente possuem custo de vida mais alto.

Cidades grandes e muito turísticas costumam gerar gastos maiores no dia a dia, especialmente com:

  • alimentação extra;
  • transporte;
  • lazer;
  • compras.

Por isso, o planejamento financeiro precisa ser individualizado.

Saiba mais aqui, sobre o que não fazer para economizar: https://www.bil.com.br/blog/como-nao-economizar-no-intercambio/


Cartão internacional, dinheiro em espécie ou cartão pré-pago?

Hoje, a maioria dos estudantes viaja usando mais de uma forma de pagamento.

As opções mais comuns são:

  • cartão internacional;
  • cartão pré-pago;
  • pequena quantia em dinheiro vivo.

E isso traz muito mais segurança.

Levar grandes quantias em espécie já não é o mais recomendado na maioria dos casos.

Além disso, muitos adolescentes acabam aprendendo bastante sobre responsabilidade financeira durante o intercâmbio.

Eles começam a:

  • controlar gastos;
  • organizar prioridades;
  • entender conversão de moeda;
  • desenvolver autonomia financeira.

Esse amadurecimento faz parte da experiência também.


O intercâmbio ensina responsabilidade financeira na prática

Uma das partes mais interessantes do intercâmbio é que muitos estudantes aprendem, pela primeira vez, a administrar dinheiro sozinhos.

Essa pequena responsabilidade pode parecer mínima de início, mas é o ponto em que vira uma chave na maturidade e no controle do adolescente.

O jovem começa a entender:

  • que o dinheiro precisa durar até o final da viagem;
  • como fazer escolhas;
  • como equilibrar lazer e controle financeiro;
  • como organizar pequenos gastos do dia a dia.

Parece simples, mas esse aprendizado impacta bastante a maturidade do estudante.

Muitos pais percebem isso logo no retorno.

O filho volta:

  • mais responsável;
  • mais organizado;
  • mais consciente financeiramente;
  • mais independente.

Porque viver fora exige tomada de decisão o tempo inteiro.


Existe um valor “ideal”?

A pergunta que toda família faz: afinal, quanto levar?

E a resposta mais honesta é: depende do estilo da viagem e do estudante, somado com a quantidade de semanas que ele vai estudar fora,

O mais importante é que o aluno tenha:

  • segurança;
  • margem para emergências;
  • liberdade para aproveitar a experiência sem preocupação constante.

O erro mais comum é tentar calcular o valor “mínimo possível”.

Porque intercâmbio não é apenas sobrevivência. A experiência também é uma das partes do programa, vivenciar um passeio em uma atração famosa, experimentar um prato típico e até mesmo levar uma lembrancinha para casa.

O estudante vai criar memórias, viver momentos únicos, fazer amizades internacionais e descobrir um mundo completamente novo.

Por isso, o ideal é encontrar um equilíbrio saudável entre organização financeira e qualidade da experiência.


Planejamento reduz muito a ansiedade da família

Grande parte da preocupação financeira acontece quando tudo é decidido muito perto do embarque.

Quando existe planejamento antecipado, a família consegue:

  • organizar melhor o orçamento;
  • entender gastos reais;
  • separar dinheiro para emergências;
  • planejar compras e passeios;
  • evitar ansiedade desnecessária.

Na BIL, esse cuidado faz parte de toda a preparação do estudante.

Ao longo de mais de 40 anos de experiência, a agência acompanha famílias em todas as etapas do processo, ajudando não apenas na escolha do programa, mas também na construção de uma viagem segura, organizada e realista financeiramente.


O mais importante é o que o estudante traz de volta

No final do intercâmbio, quase nenhum estudante lembra exatamente quanto gastou numa cafeteria ou em um passeio específico.

Mas todos lembram:

  • das amizades;
  • das experiências;
  • das descobertas;
  • da independência;
  • da confiança que ganharam vivendo fora.

Porque o maior valor do intercâmbio não está apenas no dinheiro levado.

Está na transformação que o estudante vive durante a experiência.

E isso acompanha ele por muitos anos depois do embarque.

Quer saber mais informações? https://bit.ly/blogfalecomabil

Fale com a gente

Telefone

(11) 3595-8200

WhatsApp

(11) 3595-8200

E-mail

info@bil.com.br

Compartilhe essa publicação